Em todas há um magnífico cheiro a cavalo no ar, primeira impressão de quem chega, e que depois se desvanece. Anda-se a pé, de barco, de bicicleta e a cavalo (nas charretes). Cinco vezes por dia somos envolvidos pelos cânticos do chamamento para a oração
- Só aqui em Mataram há mais de mil mesquitas,
disse-nos o taxista que nos transportou pelas ruas da capital de Lombok, quando chegámos.
Mas na Gili T, na única rua, paralela à praia, além de mesquitas, há muitas escolas de "scuba diving" com os respetivos mergulhadores e garrafas, baralhados com casas de massagem, pizzarias, restaurantes, lojas de roupa, discotecas e ourivesarias com aulas práticas, onde a Nádia já foi enfiar o nariz.
Há também quintas de ostras, onde se produzem as pérolas de diferentes cores em ostras com valvas dessa mesma cor. Assim, ficámos a saber que há realmente pérolas verdadeiras de cor verde, azul, dourada e negra. E, de facto, quanto mais antiga, maior a pérola, que resulta da deposição de carbonato de cálcio, na forma de madrepérola ou nácar, em torno de uma partícula que é colocada dentro da ostra e que a obriga a proteger-se, produzindo a pérola.
Agora vamos jantar a um dos restaurantes na praia, com uma magnífica arquitetura em bamboo, e que tem atum grelhado com puré de batata e molho de manteiga e alho - o melhor que encontrámos para libertar as papilas gustativas dos asiáticos sabores doce e picante.Teremos a companhia de um casal francês que partilhou conosco o "snorkeling" do dia (em português, andámos a espreitar os corais debaixo de água com uns óculos e um tubo) e me socorreu quando fiquei com o dedo esmagado, entre a escada e o barco. Assim, como a ferida da aranha já está a melhorar, tenho uma substituta. Até já!
Mais resto do mundo!










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